Sexta-feira, Março 16, 2012

Dia 13 - Cena favorita de The Hounds of Baskervilles

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Olha só, o Martin 'Bilbo' Freeman não é uma grasssinha? (momento Hebe) E o fato dele fazer um Hobbit, a criaturinha mais fofa da Terra Média, só faz dele mais cute-cute...

Look John, I'm a Dragon.
Dragon? Nonsense Sherlock. There hasn’t been a dragon in these parts for a thousand of yee-eeEEEAAARRSSSS 


Ainda não está apaixonada pelo Martin? Então olha isto:

kkk

Mas chega de falar do Martin, e vamos ao que interessa, este é 13° dia do desafio de Sherlock, que eu e a Anna (veja o Tumblr dela) nos propomos a realizar. 

13 é um dos meus números favoritos!!

Anna


Minha cena favorita de Hounds é quando John fica preso no laboratório. Eu fiquei super tensa assistindo, morrendo de medo de alguma coisa acontecer a ele. A atuação de Martin Freeman estava perfeita. A voz quebrando por causa do medo, os sussurros... E depois, quando Sherlock aparece e ele fica completamente perdido, sem saber o que aconteceu. Eu realmente gosto muito dessa parte!! 

Débora



 

Eu adoro as cenas de medo do John (muito real), mas eu também adoro a cena em que Sherlock declara que John é seu único amigo. Mas como eu já escolhi esta última como momento romântico favorito, e a primeira a Anna já citou. Vou escolher uma cena que eu acho bem engraçada. Quando Sherlock chega todo sujo de sangue depois de ter matado um porco com um arpão! E ele tinha andado de metrô assim, imaginem a cara das pessoas (bem, eu já andei inteira suja de barro no ônibus por causa de um ensaio no Igapó, mas era só barro). 



E, oooh, o Mind Palace existe mesmo (e eu achando que era criação de Moffat/Gatiss)!


Quinta-feira, Março 15, 2012

Dia 12 - Cena favorita de A Scandal in Belgravia

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Pra você que já está entediado, e que não quer ficar assistindo a terceira reprise de Chocolate com Pimenta no Vale a pena ver de novo. Venha curtir nosso desafio que chega ao 12° dia. (To brincando, gosto de Chocolate com Pimenta, uma das novelas mais bonitinhas que a Globo fez em muuuuuito tempo, sem contar que tem várias referências a filmes antigos, e o figurino é lindo).

Ah, e não se esqueça de ver o Tumblr da Anna, que faz o desafio comigo, vale a pena dar uma olhadinha!!

Anna


Não gosto desse episódio. Assisti apenas 3 vezes, o que é pouquíssimo comparado ao número de vezes que assisti aos outros. Depois dos primeiros momentos de excitação porque Sherlock finalmente tinha voltado, parei pra analisar bem e cheguei a conclusão de que esse foi o episódio mais fraco de todos. Sim, mas fraco até que Blind BankerScandal tem cenas ótimas, como a parte no palácio e quando vemos um pouco mais da vida doméstica de Holmes e Watson, mas só. Acho que Sherlock não foi bem representado e não gosto do fato de que quase todos os autores que fizeram adaptações de Sherlock Holmes teimam em botar Irene Adler como um "romance" do detetive. Falando nela, achei todas as situações "romanticas" extremamente forçadas e até agora não entra na minha cabeça o porquê de ele ter ficado tão deprimido quando achou que ela estivesse morta, já que os dois só haviam se falaram por uns 30 minutos!
Implicâncias a parte (e fangirlzisse no lugar) minha cena favorita é de Sherlock e John no palácio e John achando a coisa mais normal do mundo Sherlock estar ali, só de lençol. E quando Mycroft pisa no lençol do irmão. Adoro essa cena. Por razões. Hehehehe


Débora


Olha só para onde os olhos do John se dirigem primeiro.
                      

Também não gosto muito deste episódio, mas ao contrário de The Blind Banker, que achei chatinho, e sem boas cenas, eu gostei de várias cenas deste, apesar de não gostar do todo. Nem do que fizeram com a Lara Pulver.
Toda a sequência do lençol pra mim é espetacular! Pelos mesmos motivos óbvios que o da Anna, e de toda e qualquer Cumberbitch. E também porque eu adoro quando eles riem juntos, como dois garotinhos fazendo coisa errada e se divertindo pacas com isto.



Apesar do episódio não ser bom, acho que o Martin é quem salva todo o episódio, é o episódio que ele mais brilha, só vejo ele de novo por causa dele. E foi forçado a dor do Sherlock pela morte de uma mulher que ele conheceu por 30 segundos e mostrou mais de seu corpo do que sua capacidade intelectual (aparecer nua apesar de chocar ele no primeiro momento, não serve pra um homem se apaixonar perdidamente por você, não um homem como Sherlock), mas a atuação de Benedict é tão boa, tão sútil que faz a gente gostar destas cenas também. 
E claro, neste episódio teve uma das melhores falas do Mycroft:



Ótima fan art.

Quarta-feira, Março 14, 2012

"Eles não podem censurar o brilho nos meus olhos" - Festival DIV.A. no RJ busca doações

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Eu vi esta notícia no Blyme-Yaoi, e achei legal divulgar aqui também. O Festival Diversidade em Animação, é um festival que exibe filmes independentes de animação com temática gay e está em sua 4° edição.
Eles começaram em 2009, e muitos estúdios de animação iniciantes utilizam para divulgar seu trabalho. A lista de filmes selecionados este ano vai ser divulgado no dia 1° de abril (fico aguardando).
Este ano eles estão promovendo uma campanha para receber doações pela internet (já que o governo não deve patrocinar, nem nenhuma empresa). Você pode fazer doações de 5 a 5 mil reais, e ganhará um brinde correspondente ao que doar.
As doações estão sendo feitas pelo site Movere.me, e tem o Twitter e a página do Face do Festival.
Por favor, doem, só foi arrecadado 1% do valor total necessário, que é de 12 mil reais.

Ah sim, o Festival ocorre de 4 a 13 de Maio, na cidade do Rio de Janeiro. E a frase do título deste post aparece no fim do vídeo é de Charles Laughton, ator, produtor, roteirista e diretor de Hollywood conhecido por interpretar o detetive Hercule Poirot, criação de Agatha Christie, e também por ser reconhecidamente homossexual.


Dia 11 - Cena favorita de The Great Game

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E continuamos com nosso desafio iniciado há mais ou menos 11 dias atrás. Eu e a Anna (veja o Tumblr dela).

Anna


Toda a sequência final, na piscina, é espetacular. A surpresa no rosto de Holmes quando pensa que John o traiu, a aparição de Moriarty (dessa vez realmente como ele), os diálogos maravilhosos e que todo mundo sabe praticamente de cor. Depois que Moriarty vai embora, nós sentimos aquele alívio junto com os personagens, achando que tudo iria acabar bem, mas então ele volta e toda a ansiedade volta junto. E os segundos finais com a trilha sonora juntando toda a tensão... Ahhh, adoro!


Débora


Eu adoro este episódio inteiro! A sequência da piscina é espetacular, eletrizante, e Moriarty faz a sua entrada em grande estilo. Mas a mais eletrizante foi quando Sherlock tem que provar que o quadro era falso, com uma criança fazendo contagem regressiva ainda por cima! Foi a cena que mais me deixou assim:



E olha a cara de tenso de todo mundo lá atrás. E John e sua linguinha? Claro que a cena da piscina tem Sherlock arrancando a roupa dele (e a as duas entradas de Moriarty), mas a tensão desta cena é impecável. E as caras e bocas da dupla também!



Terça-feira, Março 13, 2012

As mulheres e os quadrinhos: Dale Messick

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Dale Messick, a criadora de uma das personagens femininas mais importantes para histórias dos quadrinhos, na verdade se chamava DALIA, mas teve que alterar seu nome para que soasse mais neutro, e assim ela pudesse driblar o preconceito dos editores. Porque se ser quadrinista naquela época já não era fácil, ser mulher e desenhar quadrinhos era ainda pior.
A típica americana, nascida em 1906, no estado da Indiana, criou vários personagens para tiras de jornal e quadrinhos como Weegee, Mimi the mermaid, Peg and Pug, entre outros. Mas nenhum foi aceito pelos editores. Somente em 1940, ela conseguiu publicar seu grande sucesso.


Brenda Starr, repórter. Foi uma revolucionária, nos quadrinhos. Sua imagem era inspirada, na também ruiva, Rita Hayworth, a eterna Gilda dos cinemas. Era jornalista competente, determinada e aventureira. Suas histórias eram recheadas de aventuras e romances, mas Brenda só tinha olhos para o seu noivo, e recusava todos os pretendentes.
No começo ninguém acreditava muito no sucesso da personagem, sendo relegada a suplemento experimental do jornal em que era publicado, em tiras dominicais e preto-e-branco. E quando foi para as páginas dominicais coloridas, ainda era desacreditada. Somente em 1945, a tira da repórter ruiva conseguiu provar o contrário, com o seriado estrelado por Joan Woodbury, Brenda passou para as tiras diárias e se provou um sucesso. E por 70 anos ainda figurava nos jornais americanos. Mesmo que seu sucesso seja um tanto inexplicável, porque nem arte nem roteiro eram lá grandes proezas. 
Talvez, o motivo seja mesmo o seu caráter revolucionário, uma tira escrita e desenhada por mulheres, para mulheres e sobre uma mulher comum, humana.

Em 1989, surgiu o filme estrelado por Brooke Shields (sim, a da Lagoa Azul) e Timothy Dalton como Basil St. John, o noivo de Brenda. Aí está o filme, só que só tem legendas em francês. Mas os créditos iniciais são bem legais. =)











Depois da morte de Messick em 2005, as suas assistentes assumiram o comando dos quadrinhos, mas eles foram aposentados em 2 de Janeiro de 2011. Confira a última tirinha de Brenda:




Os reis das tirinhas: André Dahmer

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Ele começou - como muitos cartunistas novos começam hoje em dia - pela internet, publicando em seu site as tirinhas Malvados. As tiras tem como personagens fixos duas figurinhas que foram descritos pelos leitores assíduos de suas tiras como girassóis. Tendo em vista de que o passatempo favorito do autor é o cultivo de plantas, e que vive entocado num sítio na serra fluminense. Segundo o autor, seus personagens apenas parecem com girassóis, apenas se parecem. Ele não pensava em girassóis quando os criou.
Suas tiras tem forte cunho político, e são sempre críticas e ácidas. E elas deram tão certo que migraram do meio eletrônico, para o impresso. As tiras já foram publicadas em importantes jornais e revistas como: o Jornal do Brasil, a Folha de São Paulo e a revista Caros Amigos.

O autor já lançou três álbuns: uma coletânea com as tiras de Os Malvados, O livro negro de André Dahmer e A cabeça é uma ilha.

O site, Os Armênios, entrevistou o cartunista blogueiro em virtude do lançamento de um de seus livros.

Blog - “Malvados” é um exemplo bem-sucedido de tira que migrou do meio virtual para o papel. Como você vê hoje o papel da internet na produção de tiras brasileiras?
André Dahmer – Acho que a internet foi fundamental para toda essa geração de novos quadrinistas, gente que ainda não está no tal mercado, jovens com poucas opções para divulgar seus trabalhos na mídia impressa. Na verdade, sabemos que são tempos difíceis para todos os trabalhadores de maneira geral. Mesmo assim, acho que a rede ainda vai revelar muitos grandes profissionais na área. Vejo todo mês coisas novas, muita gente fazendo da web um lugar para divulgar quadrinhos, alguns deles realmente de alto nível.

Blog – Mesma pergunta, mas focada em outro meio de divulgação: qual o papel dos jornais, hoje, na difusão das tiras, no seu entender?
Dahmer 
- Hoje é, infelizmente, um papel pouco importante. A maior parte dos grandes jornais não desempenha mais o papel de divulgador de novos talentos nacionais nos quadrinhos há muito tempo. Há anos eles preferem comprar pacotes de tiras americanas, que sai bem mais em conta do que pagar um quadrinista nacional. É a lógica do lucro, mas por outro lado a mentalidade está mudando. Tenho visto pequenos movimentos no sentido oposto, ainda que raros. Mesmo assim, os jornais estão perdendo leitores dia após dia, passam por um processo de corte de custos e pessoal característicos dos tempos bárbaros em que vivemos. Se eu estivesse começando, não contaria com eles para divulgar e viver do meu trabalho. O caminho é mesmo a rede e a produção de livros independentes, se não houver editora que pague o necessário para um quadrinista trabalhar com dignidade.
Blog – Você já mencionou mais de uma vez que começou a fazer “Malvados” por puro prazer, tanto que produzia as tiras em baixa resolução. Hoje, a tira cresceu, é publicada também em jornal e em mais de uma coletânea em livro. O prazer na produção das histórias se mantém ou já se tornou um negócio?

Dahmer - Faço com imenso prazer até hoje, não sou bobo de burocratizar ou sacrificar meu trabalho em nome de qualquer dinheiro. Não sou desses que odeia dinheiro, mas meu trabalho (e meu prazer em trabalhar) estão muito acima dessa questão.

Blog – A propósito: por que “Malvados”? De onde surgiu o nome?
Dahmer 
- Eu não tenho uma explicação para o nome, nem como ele surgiu. Ajudou o fato de ter apenas oito letras, sem acentos ou cedilha. Queria um domínio na rede fácil de escrever e de lembrar.
Blog – Você comenta no livro que tem receio de ser rotulado como o “autor de Malvados”. Mas seu trabalho não caminha um pouco nesse sentido?
Dahmer – Tenho imenso prazer em desenhar Malvados, mas também tenho o direito de estar livre para fazer o que bem quiser na minha vida, sem patrulha de ninguém. Tenho outros caminhos para trilhar e outras coisas a experimentar em desenho de quadrinhos ainda. Tenho só 33 anos e estou aprendendo, experimentando. Realmente não devo me preocupar com o que os outros querem e nem devo viver de uma fórmula qualquer, se ela não me der prazer.
Blog – Quais seus próximos projetos em quadrinhos?
Dahmer – Pretendo publicar uma história em quadrinhos longa, um livro inédito. Está em meus planos e já tenho algo para um roteiro, mas não sei quando farei ou mesmo se farei. No momento, prefiro ter calma para pensar em meu trabalho de maneira mais arejada. Após o lançamento do livro, entro de férias e devo sair um pouco do Rio de Janeiro.
Sites relacionados ao autor: Blog - Pinturas - Twitter

Ah, eu já fiz alguns outros posts sobre cartunistas de tirinhas aqui no blog, pra que quiser dar uma olhada: Um sábado qualquer - Carlos Ruas - Bill Waterson - Calvin and Hobbes: parte 1 - parte 2

Algumas tirinhas:









Dia 10 - Cena favorita de Blind Baker

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Ha! É nosso décimo dia do desafio. Já chegamos a metade. E daqui por diante as perguntas ficam mais específicas, e díficeis, ou não.

Ah! O fato da imagem principal do post ser o mesmo do episódio deste dia, foi pura coincidência.

Anna



Quando o Sherlock diz que precisa sair pra pegar um ar e diz pro John que eles vão sair, mas John diz que já tem um encontro. Acho muito engraçadinha e me dá uma dó do Sherlock! Aposto que até então ele nunca tinha convidado ninguém pra sair e se divertir e quando finalmente faz, leva "um fora"! Poxa, John! 

Débora


Difícil escolher uma cena favorita pra este episódio que foi meio... X. Sabe quando nem fede nem cheira? Isto mesmo, não gostei de Scandal in Belgravia, mas ao menos deste eu sei o que criticar. Mas e The Blind Banker? Então, X.
Acho que a única parte que eu gostei foi o finzinho que a véinha chinesa confunde John com Sherlock, porque ele vinha acidentalmente usando o 'nome' de Sherlock, com o cartão e o bilhete de circo. 



    


Ah, e também aprendemos a fazer uma lótus de origami.


Um video de Blind Banker (que eu também acho legal, mas é mais um momento cômico, não uma cena favorita).

Segunda-feira, Março 12, 2012

Lingeries para nerds que eu adoraria ter no meu guarda-roupas

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Andei fuçando por aí uns sites que me atiçaram meu desejo de consumismo, por uma coisa que eu nunca tive muito desejo de comprar antes, lingeries.

Star Wars



                                             




olhem o corset!



Star Trek
adoro corselete
                                                     
                                                      



                                                     
Batman, Mulher Maravilha (quero tudo)

                                                       






  





Para aqueles que tiverem interesse em adquirir estas peças, vejam nos sites: Etsy - Cafe Press