quarta-feira, junho 30, 2010

A Copa do mundo é nossa !!

Alô você mulher que só assiste futebol de 4 em 4 anos ! Alô você mulher que irrita seu namorado perguntando a toda hora as regras do jogo no momento mais quente da partida ! Alô mulher que adora assistir a Copa do Mundo de Futebol só pra ver as coxas e os tanquinhos destes jogadores sarados ! Este post é pra você que não sabe nada de futebol, mas que sabe tudo de JOGADOR DE FUTEBOL !!
Tá gente, venhamos e convenhamos, a gente adora torcer pelo nosso Brasilzão, mesmo ele estando uma bosta. Mas a gente também ama dar aquela olhadinha pra aquele jogador gato do outro time, neh ?
Então, vamos logo ao que interessa !! Vamos é falar de homem !! (Desculpem-me os garotos que leem este blog, mas eu tinha que fazer um post sobre isto, senão não teria Copa pra mim)
Bem, vamos ao primeiro: Iker Casillas, goleiro da Espanha. Me chama de Jabulani Casillas !!
   
Alberto Gilardino, é italiano. Ai, estes italianos....
Mais um italiano, Canavaro, capitão da Azurra.... que vontade ser aquela taça.
O terceiro italiano, porque este time é muito bom... de bola. Claudio Marchisio
Vamos aos EUA ? O mais interessante de Benny Feilhaber é que ele nasceu no Brasil. Todo time tem que ter um brasileiro neh ??
E mais um dos EUA. Eles nem são bons, mas esta seleção, ai. Carlos Bocanegra
 O Uruguai também tem seu representante. Roque Santa-cruz. Eu gostava dele desde a Copa passada.
 Um representante dos nossos amados hermanos argentinos, Higuain
Bem, eles foram responsáveis por várias derrotas desonrosas da nossa seleção mas o Thierry Henry, hmm
Ele jogará com o nosso Brasil amanhã, Maarten Stekelenburg, da Holanda.
Aquende meu corpo, Valon Behrami, da Suiça...
E por último, mais um francês, adóóóórooo. Yoann Gourcuff

Mais alguns bonitões, que entraram de última hora. Friedrich, da Alemanha. Tadinha da Argentina e do Maradona, mas fazer o que...

E um goleirão da Alemanha também, Manuel Neuer, sugestão da @belltotallypink

E mais uns dois da Espanha, Xabi Alonso

E o Piqué . Parece tudo nome de corredor de F1, neh ??

Eu não gosto muito destes, mas minha irmãzinha pediu pra colocar...
Kaká, do Brasil (o único mais bonitinho)
E o português Cristiano Ronaldo.
E estes vão deixar saudades nos campos !!
Era só isto gente, me desculpem pelos textos do FILO que prometi, mas ta realmente muito corrido com trabalhos e tudo o mais. Quando chegar as féria faço um apanhadão geral. Beijos.
Se alguem gostar de mais um jogador é só me mandar os links com fotos sexys !!

segunda-feira, junho 14, 2010

Nitis, Filo e os portugueses o pá


Desculpem, está meio parado aqui mesmo. mas vocês tem que entender que estou sem internet e o FILO está me consumindo. Tenho ficado no estágio o dia todo e de noite eu vejo as peças, sem contar os zilhões de trabalho que tenho que fazer.
Tá meio enrolado. Então vou falar um pouco de cada coisa que aconteceu no FILO, até agora.
Bem, primeiro o bate-papo com a Nitis, que é a grande fundadora do FILO. Cara ela é demais !! A palestra foi ótima, mas nem dá pra falar tudo aqui. Só que eu chorei na hora que ela falou do Kazuo Ohno, eu não tive a oportunidade de vê-lo em cena, e não terei nunca mais, pois ele morreu a pouco tempo. Mas ela falou com tanta emoção do Kazuo, que eu uma 'manteiga derretida' chorei também.
Outra coisa é o livro que ela tá lançando sobre a história do FILO. É só 70 reais, e tá na promoção. 
Irei falar de uma peça hoje, mas antes uma matéria sobre a Nitis, e a história do FILO (copiada do site eu confesso, mas é que estou bem sem tempo aqui!!).

FILO: Muitas histórias de um grande festival
04/06/2008 
Os 40 anos de história do Festival Internacional de Londrina (FILO) podem ser contados por inúmeras versões. Uma delas é através de suas atrações artísticas, outra pela crítica cultural, ou mesmo pelo seu público. Mas nada teria sido possível sem lideranças ativas e envolventes que, hoje, fizeram do FILO um dos maiores festivais da América Latina. São esses personagens que agora assumem o palco e relembram o início de um mero festival universitário.

Foi com essa configuração que Nitis Jacon entra para ser uma das principais protagonistas dos bastidores do FILO.  O ano era 1968, e a Universidade Estadual de Londrina nem fora criada, mas mesmo assim alunos de faculdades isoladas decidiram ampliar um Concurso de Esportes, incluindo sete novas modalidades (inclusive teatro). “Fui na época membro do júri do Concurso de Música”, lembra Nitis. A semente estava lançada e, depois de quatro anos, o Concurso de Teatro se institucionalizava como Festival Universitário de Teatro de Londrina, agora com o apoio da UEL, criada no ano de 1971, e com direção de Nitis Jacon.

Outra figura que já fazia parte do “elenco” do festival era o ator e jornalista Apolo Theodoro. Sem nenhuma função oficial dentro da organização do FILO, Apolo, porém, teve ampla participação como ator e diretor de espetáculos, além de trabalhar como voluntário desde a criação do festival, em 1968. Como ele relembra, as três primeiras edições contemplavam outras manifestações culturais, como música, artes plásticas e literatura. “Por falta de um envolvimento mais engajado dessas manifestações, elas acabaram por se extinguir, ao contrário do teatro, que contou com uma dedicação quase que de tempo integral dos seus praticantes”, narra Theodoro.

Tanto Apolo como Nitis ressaltam o contexto político e social na época da criação do festival. Era 1968, o consagrado ano que “não terminou” de Zuenir Ventura, época de agitações culturais e em plena ditadura militar. Segundo Nitis, influenciados por esse espírito revolucionário, a idéia e o nome do Festival surgiram dos debates no pátio da Faculdade de Filosofia, entre estudantes liderados pelo jornalista Délio César. “As pessoas envolvidas com o FILO sempre consideraram o festival como uma espécie de resistência democrática e cultural à tirania implantada no país em 1964”, conta Theodoro. Isso explica a busca dos organizadores em trazer montagens que ajudassem a entender de forma crítica o momento que o país atravessava, além dos esforços em burlar a atuação da censura.

Longe de imaginar as proporções que o festival tomaria, naquela época trabalhava-se com o momento e suas circunstâncias. Mas em 1988, 20 anos depois, com o processo de redemocratização do Brasil, era chegada a hora de traçar planos maiores para o evento. Como diretora artística, Nitis liderou as discussões sobre a nova configuração e novo nome do festival: “Queríamos fugir do costumeiro FIT e, brincando com as tiradas do bizarro Jânio Quadros, a equipe dizia: FILO porque Qui-lo. Nós quisemos, todo mundo acabou querendo”.

Hoje considerado o mais antigo festival do continente, na avaliação de Apolo Theodoro o FILO se consolidou mantendo o mesmo espírito de agitador cultural. “Acredito que ninguém podia imaginar que aquela "aventura que deu certo", como diz Délio César, fosse se transformar num dos maiores eventos culturais do Estado e, porque não dizer, do Brasil”, completa. 


O Filo

HISTÓRIA
O Festival Internacional de Londrina é o mais antigo do continente e uma parte importante da história cultural do País. Criado em 1968, o Festival de Londrina cumpriu um roteiro cultural e histórico, registrando e fazendo a travessia dos períodos sóciopolíticos que marcaram de forma contundente as quatro últimas décadas de nossa história.
Conhecido por apresentar espetáculos de reconhecido valor artístico, estético e de reflexão crítica, todos os anos o FILO transforma Londrina em um grande palco de encontros de artistas, idéias, expressões e público.
Em 20 anos, evoluiu de local para regional, de nacional para latino-americano e internacional. Sempre antecipando conceitos de liberdade de expressão, democracia, cidadania e globalização. Em 1988, o Festival realizou a Mostra Latino-Americana de Teatro, a primeira do Brasil. Um marco histórico para nosso País. Grupos teatrais apresentavam um painel de inquietude, de mudanças e de crítica social.
Desde então, o Festival tornou-se internacional e hoje é reconhecido mundialmente, tendo recebido expoentes do teatro universal como Kazuo Ohno, Odin Teatret e Eugênio Barba, De la Guarda, Wim Vandekeybus & Última Vez, Les Ballets C. de la B., Derevo, Volksbühne, Carbono 14, Theatre des Bouffes du Nord (companhia de Peter Brook), bem como os grandes nomes do teatro nacional.
Além da grande mostra das diferentes tendências contemporâneas das artes, o Festival realiza programações voltadas a comunidades vulneráveis e excluídas do processo criativo, democratizando a produção, o acesso e a fruição dos bens e serviços culturais.
Inclusão cultural de comunidades e grupos vulneráveis e excluídos é a proposta dos projetos socioculturais, desenvolvidos desde 2.000 como forma de estimular o potencial inventivo e permitir a expressão da criatividade desses grupos, que deixam de ser espectadores e passam a ser criadores.
A atuação do FILO passa também pela preocupação com ações que contribuam para a pesquisa, a produção e circulação das artes para a infância no Brasil. A programação de espetáculos infantis é reflexo da preocupação constante do evento em trabalhar a formação de cidadãos, de um público atento e crítico, e em apresentar a diversidade cultural para crianças, promovendo uma integração social e estética.
A inclusão do Cabaré FILO, em 1989, na programação do Festival enfatizou ainda mais seu caráter de festival de todas as artes. Ocupando antigos barracões de café, fábricas desativadas, oficinas mecânicas, hangares e espaços públicos, o Cabaré aproveitou cada lugar escolhido e o transformou em um painel de multiplicações artísticas. A música sobe ao palco, o teatro canta, as artes plásticas se movimentam e as tribos da cidade encontram uma aldeia de tons, ritmos, cores, luzes, letras.


 Vou falar poucas coisas também. Só posso dizer que foi uma das melhores adaptações de Shakespeare que eu já vi. Mesmo eles não usando quase nada do texto dele, e no fim a história ter ficado um pouco confusa. É uma peça hilária, que vale muito a pena!! Eu recomendo. O grupo também é muito foda. Vou transcrever aqui algumas matérias sobre a peça e o grupo pra vocês se situarem. 


Tempestade de risadas

Bate-papo com a Cia. do Chapitô revela processo de concepção de seus espetáculos, baseado em improvisações

Liberdade de criação. Essas são palavras de ordem para a Cia. do Chapitô, de Portugal. Os atores Jorge Cruz, Marta Cerqueira e Tiago Viegas, na companhia da produtora Tânia Melo e do iluminador Paulo Cunha, participaram ontem (12) de uma divertida conversa com o público.
Até John Mowat, o encenador da trupe, que não veio ao Brasil, foi chamado para sentar-se nos sofás vermelhos da Casa de Cultura da UEL. Em homenagem à sua inventividade, o grupo posicionou uma foto de Mowat (publicada em página inteira da Revista FILO 2010) ao lado dos atores.
Com a Cia. do Chapitô é assim: o humor nasce espontaneamente. Que o diga “A Tempestade”, sucesso no Festival Internacional de Londrina, e que será apresentada ainda hoje (13), às 19 horas, no Teatro Zaqueu de Melo. Na montagem, o clássico de Shakespeare é encenado apenas com o uso de um tecido preto e um livro. Os três atores desdobram-se em dez personagens, com mudanças repentinas de personalidade que levam o público às gargalhadas. Fazem o que se chama de comédia visual ou teatro do gesto, tendo em vista que as pontuações do texto são mínimas, a despeito das pantomimas.
O bate-papo não foi menos divertido. Por cerca de duas horas, a plateia de mais de 60 pessoas questionou os artistas sobre assuntos como o desenvolvimento da peça, a linguagem do grupo, a adaptação dos clássicos e a personalidade dos atores.

Processo teatral
“Não temos um método, mas temos uma liberdade de criação”, confessa o ator Jorge Cruz. Especificamente para “A Tempestade”, o encenador John Mowat apresentou a proposta do texto de Shakespeare, mas o espetáculo nasceu de jogos teatrais baseados em cada cena. Da interação entre os atores, nascem naturalmente lances hilários que, posteriormente, são selecionados, agrupados e lapidados por alguém de fora – geralmente o próprio encenador.
“Há idéias fantásticas que não entram na peça porque não encaixam naquele contexto”, explicou Tiago Viegas. Segundo ele, foi uma determinação de Mowat que o espetáculo não tivesse grande quantidade de adereços. De início, usavam apenas um pano preto. Mas o livro de Shakespeare era levado tão frequentemente ao palco para a pesquisa dos atores, que acabou incorporando-se às cenas. “O fato de trabalharmos com poucos objetos explora o trabalho do ator”, completou Tiago.
Diante do minimalismo, um elemento essencial é a sonoplastia. Ruídos da floresta, vozes e o marulho criam a ambientação da mágica ilha onde os personagens vão parar, depois de um naufrágio. “Usamos mais o som nesta do que em outras peças. Ele dá a cor e ajuda a compreender o espetáculo”, ressaltou Marta Cerqueira.

Desafios de entendimento
“A Tempestade” é encenada em três idiomas: português, inglês e espanhol. O mais curioso é que a montagem foi concebida em inglês e posteriormente convertida para a língua pátria do grupo. “A Companhia procura trabalhar com códigos universais. Se fazemos, de um pano, uma mesa, queremos que as pessoas, aqui ou na China, compreendam que é uma mesa”, disse Tiago. O que muda de país para país é, segundo a produtora Tânia Melo, as “zonas de riso”, ou seja, os fenômenos culturais que investem de humor determinada ação.
Indagados pelo público, os integrantes do Chapitô falaram também sobre os desafios pessoais da convivência em grupo, sobretudo em montagens como esta, que seguem turnê pelo mundo. Segundo eles, uma das características essenciais é a superação do “vedetismo” individual em favor do espírito de equipe. "Nós temos uma peça em comum e queremos que ela seja boa. O espetáculo que tem de brilhar”, esclarece Jorge Cruz.

Vocês podem ver o site da companhia aqui. Que logo estará ali ao lado também. è isto, vou ficando por aqui. Espero falar sobre a minha oficina de máscara neutra, que eu consegui de grátis *-*, sobre os americanos e sobre a palestra sobre teatro Nô que vai ser amanhã!! Quanta coisa, ufa. Divirtam-se com o video ...


Fontes: http://www.filo.art.br/o-filo
http://www.planetalondrina.com.br/cont/contFull.asp?categoria=109&nrseq=8141
http://www.filo.art.br/atividades/bate-papo-com-companhia-do-chapito-portugal